<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-803639420650313748</id><updated>2012-01-05T22:15:34.490Z</updated><title type='text'>Memórias de um encalhado</title><subtitle type='html'>De um miserável naufrágio que passámos...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15666965843507344106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZSeBVbqLIxs/Snr4md30vmI/AAAAAAAAAA0/m8Z5-xtzg9k/S220/PDC+2009+(96).jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-803639420650313748.post-3809835331872487194</id><published>2009-11-17T03:38:00.007Z</published><updated>2009-11-18T03:01:13.148Z</updated><title type='text'>Se Tudo o Mais Falhar...</title><content type='html'>Um conto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Havia um senhor. Idoso, 89 anos, residente num bairro pacato dos Olivais.&lt;br /&gt;Quão estranho pode um idoso de 89 anos ser? Afinal de contas, esta era já uma fase de desintegração na sociedade. A partir dos 75 anos os bilhetes de autocarro eram mais baratos por volta das 11h para evitar que atrapalhassem o trânsito dos que têem de ir trabalhar. Ir à farmácia e à mercearia bem que podia esperar. Não que ele o fizesse muitas vezes, este idoso, o Sr. Jorge.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Sr. Jorge não saía muito de casa. Passava tardes inteiras na sala, às vezes a olhar interminavelmente pela janela do seu 1º andar. Fixava o fim da rua e via as pessoas que vinham, mas não por muito tempo. Um olhar de relance e depois mudava desviava logo o pensamento. Não se preocupava muito com as pessoas, nem com a sua vida. Não tinha por hábito viver a vida dos outros.&lt;br /&gt;Apenas ligeiramente mais sozinho que qualquer pessoa de 89 anos. Não tinha família e não se lhe lembram os amigos. Consta-se que a única pesssoa com que falava numa base regular era um Dr. de uma clínica perto de sua casa. Este Dr. tratava o Sr. Jorge com um carinho imenso. Uma ternura e respeito incríveis. Para ele, o Sr. Jorge, idoso de 89 anos e ligeiramente mais estranho que as outras pessoas da sua idade, era uma proeza. Um milagre da natureza. Uma pessoa única como ele nunca tinha visto ninguém. O Sr. Jorge não tinha tido uma vida extremamente saudável, pelo menos não mais saudável do que a maior parte das pessoas. Cometeu os seus abusos enquanto jovem e não só, fumou durante alguns anos e nunca teve especial atenção à alimentação. No entanto, este Sr. Jorge, tinha acabado de se recuperar da sua sexta morte certa. Seis internamentos sérios nos cuidados intensivos devido às mais variadas doenças, e que em nenhum deles lhe reservavam grandes hipóteses de sobrevivência. É algo frio e duro de se dizer e pensar mas, de todas estas vezes, lá pelo internamento do hospital, havia o sentimento de que teria chegado a hora do Sr. Jorge.&lt;br /&gt;Mas nunca chegou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E perante o espanto do Médico lá da clínica local, o Sr. Jorge passava pelos diabetes e pelos AVC's e pelo cancro do pulmão. Sempre com o olhar pensativo e longinquo, sempre... Como se esperasse algo... Como se tivesse guardado todas as forças que gastamos ao longo da vida, para aquelas crises de saúde... Como se se estivesse a guardar para viver o dia da sua vida, o momento da sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma tarde chuvosa de Terça-feira, a campainha que já não sentia toque humano vai para mais de cinco anos, foi forçada a saír do seu repouso quase eterno e a chiar roucamente uma vez mais. No seu passo lento e desinteressado, o Sr. Jorge foi abrir. Abriu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura que se lhe deparou tirou-lhe toda a cor do rosto. O olhar mais aberto do que alguma vez teria conseguido se o tivesse tentado. As rugas pronunciaram-se ainda mais do que era habitual. E perante o turbilhão de pensamentos que lhe assolava as débeis faculdades cerebrais, pronunciou quase em surdina uma palavra apenas:&lt;br /&gt;- Ema...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dona Ema vestia de luto e usava uns óculos escuros que lhe escondiam os sinais da idade. Outrora a face mais bonita que um idoso de 89 anos travara conhecimento... hoje a face mais encantadora de todas as idosas de 89 anos. Durante os breves segundos em que se olharam, não proferiu uma única palavra. Com uma expressão séria e grave, levou nervosamente a mão à mala tirando de lá um papel amarelecido pela idade e roído nos cantos.&lt;br /&gt;Desembrulhou o papel 4 vezes e começou a ler num passo vagaroso e com uma ponta de ternura: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"...&lt;br /&gt;Escrevo-te para te lembrar que onde quer que estejas, seja que ano fôr, seja que estação fôr, seja que mês fôr, seja que dia fôr, eu estou aqui. Ansiosamente passando pelos dias sentado no autocarro chamado Vida, pela estrada chamada Tempo, e esperando o dia em que a vida te irá falhar. Essa vida que te deu tudo e te levou ao ponto mais alto do mundo, um dia também te pegará pelos cabelos e rodar-te-á durante horas a fio até teres vontade que tudo desapareça e acabe no instante seguinte. Sim, isso acontecerá... Como? Porque acontece a todos. Não hoje, não amanhã, não daqui a uma década, não daqui a cinquenta anos. Mas um dia, também tu te vais sentir completamente sozinha e desamparada porque a vida tem uma maneira estranha de nos preparar para a morte. Tira-nos tudo o que conhecemos e amamos para que não nos seja tão dificil abandonar este mundo.&lt;br /&gt;Nesse dia, receber-te-ei de braços abertos, e farei os possíveis para curar as feridas da tua queda do ponto mais alto do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para sempre teu,&lt;br /&gt;Jorge&lt;br /&gt;..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As lágrimas corriam de forma desamparada pelo rosto de Dona Ema.&lt;br /&gt;- És a única pessoa que existe... - Disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E abraçou longamente o Sr. Jorge. Um abraço que carregava o peso do mundo e o respeito da vida. Um abraço que 66 anos não puderam separar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Obrigado, Jorge.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/803639420650313748-3809835331872487194?l=memorias-de-um-encalhado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/feeds/3809835331872487194/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/2009/11/se-tudo-o-mais-falhar_17.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default/3809835331872487194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default/3809835331872487194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/2009/11/se-tudo-o-mais-falhar_17.html' title='Se Tudo o Mais Falhar...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15666965843507344106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZSeBVbqLIxs/Snr4md30vmI/AAAAAAAAAA0/m8Z5-xtzg9k/S220/PDC+2009+(96).jpg'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-803639420650313748.post-2723504491632392756</id><published>2009-10-30T21:01:00.001Z</published><updated>2009-10-30T21:02:27.042Z</updated><title type='text'>Sonhos em que...</title><content type='html'>...concluímos a obra de uma vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como anunciado, hoje, dia 30 de Outubro, sai o primeiro CD de Best Before Full Moon: Dreams Where We Die.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei exactamente como começar. Não sei como chamar a atenção para tudo isto. Não me sinto nada à vontade para falar do cd em si. Estou tão abismado com este estranho objecto que tenho em mãos que não consigo encontrar as palavras certas para o expor. Temo que isso jogue contra mim, posso não conseguir criar a curiosidade necessária para provocar uma enchente de interessados no cd ou nos concertos vindouros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito do cd foi inspirado numa série de sonhos que me assolaram e que fui musicando. Parecia ser um conceito bastante coincidente com a vertente antiga do projecto. Baladas choradas, mal tocadas e mal cantadas sobre coisas tristes, que acabavam sempre em tragédia fatal ou amorosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois anos e meio foi o tempo que demorei a compôr estes 45 minutos de música. Foi o tempo que demorei a definir um rumo e uma direcção para o cd e para o projecto. Foi o tempo que demorei a encontrar os músicos certos. Foi o tempo que demorámos a construír os arranjos. Foi o tempo que demorámos a gravar e a editar tudo. Foi o tempo que demorámos até aqui. Ponto mais elevado desta parábola. O dia em que tudo começa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos os que tocaram, a todos os que trabalharam no cd, a todos os que nos inspiram e essencialmente, a todos os que ouvem até que doa e que inevitavelmente me relembram a razão pela qual comecei a compor. Este cd é para vocês, porque eu por mim estou fartíssimo dele até aos cabelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cd está disponível para audição gratuita nos seguintes sites:&lt;br /&gt;www.myspace.com/bestbeforefullmoon&lt;br /&gt;http://www.lastfm.com.br/music/Best+Before+Full+Moon/Dreams+Where+We+Die&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, não está disponível para download, com grande pena minha. Faço-o por duas razões:&lt;br /&gt;1- Para não desviar a atenção de possíveis editoras interessadas. Ao disponibilizar o download qualquer editora perderá automaticamente o interesse num produto que não venderá, já que ele já está disponível. Mas mais importante que isso,&lt;br /&gt;2- Há uns dias ensinaram-me uma lição poderosa. Inconscientemente catalogamos aquilo que nos é disponibilizado gratuitamente como fraco. Pelo simples facto de não termos que lutar para o ter acabamos por não lhe dar tanta importância... Um pouco à semelhança de uma relação amorosa, hm..? (props Noiserv)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daqui por algumas semanas o CD estará disponível em formato físico todo bonitinho. Comprem se puderem, é um incentivo para qualquer coisa... Caso não o façam, procurem-no, falem com pessoas conhecidas. O mundo é pequeno e a internet ainda mais, ele estará por aí disponível algures, num soulseek ou numa biblioteca de alguém. Pura e simplesmente, não deixem de ouvir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por agora é tudo.&lt;br /&gt;Deixem feedback, positivo ou negativo. Tudo é bem vindo. Mostrem-nos que não tocamos para as ondas de éter apenas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abraços e beijinhos,&lt;br /&gt;See you next full moon!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André Silva&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/803639420650313748-2723504491632392756?l=memorias-de-um-encalhado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/feeds/2723504491632392756/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/2009/10/sonhos-em-que.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default/2723504491632392756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default/2723504491632392756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/2009/10/sonhos-em-que.html' title='Sonhos em que...'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15666965843507344106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZSeBVbqLIxs/Snr4md30vmI/AAAAAAAAAA0/m8Z5-xtzg9k/S220/PDC+2009+(96).jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-803639420650313748.post-2592073300790705808</id><published>2009-10-25T23:24:00.000Z</published><updated>2009-10-25T23:25:08.035Z</updated><title type='text'>Capitulo II</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;...o silêncio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;O silêncio foi o que se apoderou de mim nestas últimas semanas. Tão interligado que está toda a história do blog com a minha vida real, que a entrada no capitulo II (da parte real) anulou a vida que fervilhava de cada vez que escrevia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser escritor não é propriamente uma decisão pessoal. Ser escritor, ou escrever, ou gostar de escrever, é algo que vem de dentro. De onde não podemos chegar ou tocar. É um impulso que se tem, um estimulo e temos que o deitar cá para fora. Se és escritor então as ideias vir-te-ão automaticamente. Se as ideias não vêm, então pouco há a fazer. Se a vontade de escrever não vem, então pouco há a fazer.&lt;br /&gt;Não me esqueci do blog, do pequeno compromisso que se cria com as pessoas que nos gostam de ler. Não me esqueci de nada disso. Na verdade, todos os dias passo alguns minutos a pensar nesse assunto. Infelizmente, não me estou a ver a melhorar nos próximos tempos. Foi a promessa anunciada desde o ínicio desta saga:&lt;br /&gt;"um dia a inspiração desaparecerá"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não estou curado... Não tirei a foto de cima da mesa de cabeceira... Na verdade, todos os dias reforço os efeitos irreversíveis que se apoderaram de mim. Deixei de acreditar no amor e passei a acreditar numa circunstância de vida que provoca uma reacção quimica viciante. O amor como poder espiritual, como algo superior que eventualmente move montanhas. Esse só existe nos cinemas perto de si. Foi numa dessas circunstâncias que fiquei preso e que de uma certa forma me levou a aceitar que não posso estar com mais ninguém de forma fixa enquanto estiver preso a ela. Para todos os efeitos, e de uma certa forma irónica (já que acabo de mostrar a minha descrença neste assunto) essa circunstância chama-se o amor de uma vida. Sim, da forma mais banalizada que conheçam o termo. Não passa mesmo disso, de um termo simples para explicar algo que é imensamente complicado até para mim, mas que no fundo tem os mesmo efeitos práticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de me aperceber que manter o blog me pode custar uma série de coisas. Foi um risco que escolhi correr desde o ínicio, mas que não tinha realmente noção do seu tamanho. Enfim, tudo o que escrevi foi sempre com boas intenções e com a esperança de poder tornar o dia de algum leitor mais interessante, profundo ou quiçá construtivo. Não me cansarei de dizer que os textos servem dois propósitos apenas:&lt;br /&gt;1- Entretenimento&lt;br /&gt;2- Terapia&lt;br /&gt;Não me cansarei de dizer também que foram este blog e estes leitores que me proporcionaram a melhor forma de lidar com toda a situação.&lt;br /&gt;Muitos foram os dias em que algum pensamento ou entristecimento foram sugados através destas teclas para um amontoado de códigos binários, deixando-me muito mais leve e animado. Esses dias também já passaram, já não me vai custando muito. Ficam-me os efeitos irreversiveis, com os quais vou aprendendo a viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabo de me aperceber que manter o blog me pode custar uma série de coisas. É por haver uma forte hipótese de magoar mais alguém que inadvertidamente possa descobrir o blog, que apago por tempo indeterminado as memórias de um encalhado já escritas... Lamento imenso por isso... Era algo que nunca pensava vir a fazer. E é algo que neste preciso momento ainda não estou certo que o vá fazer. Se estiverem a ler este texto, então é porque o fiz. Lamento imenso por isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esquisito, desaparecer assim sem aviso prévio. Lembra-me ela...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez nos vejamos por aí num terceiro capitulo, caso arranje uma maneira de não correr riscos com o blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Continuarei a visitar os blogs e a comentar. =)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até breve,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/803639420650313748-2592073300790705808?l=memorias-de-um-encalhado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/feeds/2592073300790705808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/2009/10/capitulo-ii.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default/2592073300790705808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/803639420650313748/posts/default/2592073300790705808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://memorias-de-um-encalhado.blogspot.com/2009/10/capitulo-ii.html' title='Capitulo II'/><author><name>André</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15666965843507344106</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_ZSeBVbqLIxs/Snr4md30vmI/AAAAAAAAAA0/m8Z5-xtzg9k/S220/PDC+2009+(96).jpg'/></author><thr:total>12</thr:total></entry></feed>
